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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

agro negócio internacional: soja no ceará 1

agro negócio internacional: soja no ceará 1: soja no ceará 1 A produção de soja, antes restrita às terras da região Sul e aos cerrados brasileiros, começa também a prosperar em...

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agro negócio internacional: Brasil deve ter produção e exportação recordes de ...

agro negócio internacional: Brasil deve ter produção e exportação recordes de ...: Brasil deve ter produção e exportação recordes de soja em 2018, prevê Abiove - Notícias Agrícolas

Soja: Preços no Brasil ainda não atraem vendedores e negócios seguem limitados e pontuais; momento é de cautela

Em Chicago, apesar das sinalizações positivas, mercado ainda deve continuar caminhando de lado e ainda não possui força para definir uma tendência de altas. Especulações se intensificam sobre novos números do USDA e safra 2019/20 dos EUA.
Vlamir Brandalizze - Analista de Mercado da Brandalizze Consulting

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Entrevista com Vlamir Brandalizze - Analista de Mercado da Brandalizze Consulting sobre o Fechamento do mercado da soja
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Nesta segunda-feira (04), o mercado da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) se aproxima do encerramento da sessão com leves altas nos principais vencimentos.
Vlamir Brandalizze, analista de mercado da Brandalizze Consulting, aponta que esse movimento é considerado interessante em uma semana que, normalmente, seria fraca, em função do feriado asiático. Contudo, a China comprou 612 mil toneladas dos Estados Unidos, quando o normal deste período seria liquidação e leves baixas.
Os números dos embarques norte-americanos, entretanto, não foram muito otimistas, embora tenham se posicionado levemente acima da semana anterior.
Brandalizze também comenta que o ano novo da China é considerado o "ano do porco", de forma que este mercado tende a consumir mais a proteína do animal, que é o principal ponto de demanda do setor da soja.
Enquanto isso, os produtores norte-americanos que possuem soja não conseguem entregar por conta do inverno nos Estados Unidos. No Brasil, as vendas estão travadas, já que os produtores estão incertos sobre como será a condição final.
Por: Carla Mendes e Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas

Em busca de novos acordos

Em busca de novos acordos

José Zeferino Pedrozo, Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc) e do Conselho de Administração do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC)
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Não basta ter bons produtos e preços competitivos. Para ter sucesso e crescimento sustentado no mercado internacional é preciso estratégias consistentes e alianças sólidas. O episódio da suspensão de importação da carne de aves de algumas indústrias brasileiras anunciada pela Arábia Saudita traz à tona essa reflexão nesse momento em que nos preparamos para a superação da crise. Os tempos são de esperança, mas não ainda de conquistas. Leitura atual, no curto prazo, aponta para um cenário de lenta retomada da atividade econômica, acúmulo de 13 milhões de desempregados e, ainda, alguma incerteza no quadro político. No longo prazo é evidente que haverá transformações na estrutura de demanda, aumento da concorrência externa e desenvolvimento tecnológico em países emergentes.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), de cuja diretoria faço parte, produziu denso documento sobre esse e outros temas relacionados à economia e ao agronegócio, cujo teor foi entregue, na campanha eleitoral, a todos os candidatos à Presidência da República. O setor primário da economia nacional transformou-se de forma significativa nas últimas décadas, impulsionado pelas exportações. As grandes cadeias produtivas e os organismos de apoio à exportação levaram décadas para obter esses resultados. Apesar da vocação exportadora, o agronegócio brasileiro enfrenta, de tempos em tempos, novos desafios e novas ameaças. É preciso reconhecer que o Brasil não é um país totalmente aberto ao mercado externo. Por outro lado, porém, o protecionismo e o nacionalismo ganham força e o mercado mundial está longe de estar plenamente aberto aos produtos brasileiros.
O Brasil responde há décadas por pouco mais de 1% do comércio planetário e nunca superou essa barreira. Nessa complexa contextura, para enfrentar esses desafios, e com o objetivo de aumentar a integração e a competitividade do Agro brasileiro no mundo, a CNA  definiu as ações prioritárias para o setor no âmbito do comércio internacional.
É preciso estabelecer parcerias estratégicas e posicionar o Agro como um ativo do Brasil nas suas relações com o mundo. O Brasil precisa de visão estratégica para diversificar exportações para a China, protagonista do mercado mundial. Sugere-se estabelecer acordo de facilitação de comércio para eliminar entraves burocráticos entre os dois países. É necessário ampliar a cooperação também com os Estados Unidos, incluindo maior coerência e convergência regulatória. É imperioso promover uma nova dinâmica para o Mercosul, com ênfase a uma maior integração do bloco com parceiros externos, principalmente com a Aliança do Pacífico (AP) formada por Chile, Peru, Colômbia e México. Existe um grande potencial de ganhos ao se desenvolver uma estratégia que combine integração global e regional, explorando as complementaridades entre os blocos, e que aumente a capacidade de alcançar mercados extrarregionais.
 Os investidores e empreendedores pedem maior integração dos mercados de capitais, infraestrutura e logística com a Aliança do Pacífico, e a redução dos altos custos de comércio por meio da harmonização dos processos de importação, exportação e trânsito aduaneiro. A ideia central é desenvolver uma estratégia coerente de inserção internacional com estudos de impacto que avaliem perdas e ganhos para os setores. O posicionamento brasileiro deve ser elaborado também com a contribuição do setor privado.
O Ministério das Relações Exteriores, a indústria e o agronegócio buscam acelerar a integração do Brasil com o mercado mundial, via ampliação e celebração de novos acordos de livre comércio.
redação
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Estudo recente aponta um crescimento de 8,3% da atuação feminina no campo, enquanto o número de homens teve recuo de 11,6%


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Ricardo Chicarelli
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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Brasil dá sinal verde à construção da Ferrovia Transoceânica 2

Brasil dá sinal verde à construção da Ferrovia Transoceânica


  • 22/03/2017 18h25
  • La Paz
Da Agência DPA

Brasília O presidente da Bolívia, Evo Morales, durante conferência de imprensa no Palácio do Planalto (Antônio Cruz/Agência Brasil)
Evo Morales: Ferrovia Transoceânica será o Canal do Panamá do século 21 Antônio Cruz/Arquivo/Agência Brasil

Em uma reunião técnica nesta quarta-feira (22) em La Paz, o Brasil deu sinal verde ao projeto de construção do trem bioceânico, também conhecido como Ferrovia Transoceânica, com financiamento da Alemanha e da Suíça, que beneficiará o comércio de cinco nações sul-americanas: Bolívia, Peru, Paraguai, Uruguai e Brasil. As informações são da agência de notícias alemã DPA.
“O Brasil tem interesse e vontade [de participar] desse esforço coletivo para chegar a mercados asiáticos e aproveitar a linha férrea que chega a Corumbá [lado brasileiro] e a Puerto Suárez [na Bolívia]”, anunciou o coordenador de Assuntos Econômicos para a América do Sul da chancelaria brasileira, João Carlos Parkinson de Castro.
Ele destacou que será importante estabelecer acordos de “harmonização aduaneira” para que haja uma circulação fluída dos trens na rota Brasil-Bolívia-Peru.
Sobre trilhos
O ministro boliviano de Obras Públicas, Milton Claros, saudou a adesão do Brasil. "Estamos sobre trilhos", disse Claros, na primeira reunião técnica que se realizou hoje na chancelaria boliviana com a participação de representantes da Alemanha, Suíça, do Brasil, Peru, Paraguai, Uruguai e da Bolívia, e do Banco Interamericano de Desenvolimento (BID) e da Corporação Andina de Fomento (CAF).
O vice-ministro alemão de Transportes e Infraestrutura Digital, Rainer Bomba, confirmou que cerca de 30 empresas alemãs e suíças estão interessadas no financiamento e construção do Corredor Ferroviário Bioceânico Central, nome oficial de uma linha ferroviária que teria 3.750 quilômetros de extensão, quando concluída. "Este é um tremendo projeto. Agora resta definir os objetivos de investimento para sua construção”, afirmou Bomba.
Canal do Panamá
Rainer Bomba e Milton Claros assinaram um memorando de entendimento para consolidar o Corredor Bioceânico, num ato do qual participou o presidente da Bolívia, Evo Morales. "Estamos convencidos de que o trem bioceânico entre Brasil, Bolívia e Peru será o Canal do Panamá do século 21", afirmou Morales.
A via férrea que unirá o Atlântico ao Pacífico começaria na costa do Brasil, cruzaria a selva amazônica e a Cordilheira dos Andes e terminaria no litoral peruano, depois de passar pelar Bolívia.
O governo boliviano aposta forte nesta obra porque quer evitar o uso de portos do Norte do Chile, país com o qual mantém um litígio histórico por uma saída soberana ao mar.
O traçado incluiria os trechos Santos-Campo Grande (no Brasil), Puerto Suárez (Bolívia) e Ilo (Peru) e seu custo é calculado em cerca de us$ 14 bilhões, segundo o estudo técnico feito pela Bolívia.
Novos corredores
O projeto do trem bioceânico do presidente Morales foi apresentado há um ano a Rainer Bomba na primeira visita deste a La Paz, acompanhado de empresários alemães.
Morales está empenhado em abrir novos corredores de exportação para produtos bolivianos, que hoje saem do país através de portos do Norte do Chile. Cerca de 80% das exportações bolivianas saem pelo porto chileno de Arica.
O trem bioceânico também poderia beneficiar outros países porque a cidade boliviana de Puerto Quijarro serviria como ponto de enlace entre uma futura hidrovia Paraguai-Paraná e a ferrovia para exportar produtos do Paraguai, Uruguai e Argentina pelo Oceano Pacífico.
A reunião de La Paz não contou com a participação do vice-presidente do Peru e ministro de Transportes, Martín Vizcarra, que está atendendo à situação de emergência em seu país por causa das inundações, sendo representado por seu chefe de gabinete, Carlos Estremadoyro.

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